Crítica em trio dos storyboards e do vídeo

 


O storyboard feito a mão pela Fernanda Bessa, pela Maria Eduarda Sobral e pela Lívia Pereira ficou bem organizado. Elas optaram por colocar o título e os nomes de forma pequena no canto superior esquerdo e direito, respectivamente, o que contribuiu para que o foco não fosse para eles e, sim, para o conteúdo dos quadrinhos em si. Além disso, a disposição das cenas foi bem colocada, tendo um sentido claro de leitura, e elas foram bem explicadas, faltando apenas adicionar informações sobre quais sons foram utilizados e em que momento. 


A diagramação digital do storyboard ficou muito fiel ao que foi representado no desenho. O fato de terem mantido os desenhos na diagramação, mas agora feitos de forma digital, também ficou muito interessante. O layout utilizado foge do padrão ao não manter os retângulos alinhados, mas com a enumeração dos retângulos —para simbolizar a ordem em que devem ser observados — o entendimento do storyboard não é prejudicado. Contudo, observa-se que os sons utilizados no vídeo não foram descritos, assim como os triângulos, que não estão coloridos como no vídeo. Além disso, no vídeo, o momento de transição da tela completa pelos triângulos para a tela totalmente preta, foi realizado de forma gradativa, na qual os triângulos vão sumindo aos poucos. Porém, nota-se que na diagramação tal passo não foi sinalizado, impossibilitando quem não assistiu o vídeo de “visualizar” o que acontece.

O vídeo realizado pelas alunas foi bem  executado e cumpre com a proposta da atividade. As transições entre as cenas foram muito bem construídas de modo que o vídeo ficou fluido e gerou conforto aos espectadores. Ademais, os sons utilizados ficaram bem condizentes com as imagens formadas, com exceção da última cena, na qual as batidas da música não coincidiram com a quantidade de movimentos realizados com os triângulos. 

Sobre o conteúdo do projeto, ficou bem criativo, bem representado, muito detalhado e elas conseguiram selecionar apenas momentos importantes para representar no storyboard, dando para compreender o objetivo e o que iria ocorrer no vídeo. 

Crítica feita por: Elisa Nunes, Lorena Andrade e Mariana Beggiato
Trabalho produzido por: Fernanda Bessa, Lívia Pereira e Maria Eduarda Sobral











Comentários

Postagens mais visitadas